sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

 Convidamos para assistir à Conferência “O Olimpismo em Portugal - 100 anos de presença em Jogos Olímpicos” , 2ªf, dia 25 Fevereiro, das 18h 30m às 20h 30m, no INDEG-ISCTE: com Vicente Moura, Presidente do Comité Olímpico Português e Carlos Paula Cardoso, Presidente da Confederação do Desporto de Portugal.

 Abertura da exposição “100 anos de presenças olímpicas”, onde teremos entre outros objectos a maior colecção portuguesa de relógios Swatch sobre as Olímpiadas e diversa memorabilia, como o Programa dos Jogos de 1912 ou a 1ª edição do livro da fotógrafa Lenni Riefensthal (fotógrafa oficial do regime nazi) sobre os Jogos Olímpicos de 1936.
 Estas iniciativas, integradas na semana do INDEG, e organizadas pelo Mestrado de Marketing e Gestão do Desporto, terão lugar no edifício do INDEG-IUL, no Campus do ISCTE-IUL (junto à Avenida das Forças Armadas em Lisboa) e pedimos confirmação prévia da presença por email para marco.barruncho@iscte.pt

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

 A Liga de Campeões ainda se encontra nos oitavos de final, com as equipas a darem tudo por tudo para passar esta etapa. Para além do lado mais espectacular deste evento, existe um lado não tão falado e que, mesmo assim, ganha grande destaque- o marketing desportivo. 

 Quais são as marcas dominantes nestes oitavos de final? O site Soccer Confidential realizou uma exaustiva pesquisa, concentrada em infographic, onde torna muito claro quem efetivamente domina o mundo do futebol europeu na Champions, do ponto de vista de patrocínios desportivos: patrocinadores técnicos, patrocinadores das equipas e patrocinadores dos jogador.Uma revisão intensa do ambiente extradeportivo desta competição.

 Do ponto de vista dos patrocinadores, o Fly Emirates destaca-se com três grandes equipas pertencentes à sua lista: PSG, Arsenal e AC Milan, o que lhe permite ser o patrocinador do equipamento de 16 clubes participantes.

 No campo do patrocínio técnico, a Nike recebe o prémio depois de ter conseguido ver-se representada, nesta rodada da Liga dos Campeões, por 10 equipas, mostrando uma vantagem de 4 equipas perante a sua grande rival, Adidas. Assim, de todas as equipas da Nike, que começaram a competição, cerca de 77% passou para os oitavos de final, enquanto o percentual de equipas da rival Adidas ter sido somente 40%. 

 Relativamente aos goleadores, a Nike ganha um grande destaque com Cristiano Ronaldo e o atacante do Galatasaray, Burak Yilmaz, que calçaram as Mercurial Vapor IX e Mercurial Vapor IX, respectivamente. O pódio é completado por Leo Messi e as suas Adidas F50 Adizero.

 Até então, as marcas vencendoras são a Nike e a Fly Emirates. Apesar desta vantagem, esta edição da Liga dos Campeões ainda vai no começo e muito pode acontecer no que toca ao marketing. 

Veja o infographic aqui

[Fonte: mktesportivo]

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

 O Super Bowl é um dos eventos desportivos do ano, sobretudo nos EUA. À parte do futebol americano praticado dentro de campo, este evento tornou-se um dos eventos mais mediáticos do mundo e para isso muito contribuiu a publicidade que ao longo dos últimos anos tem marcado presença nos ecrãs gigantes das bancadas e nos ecrãs mais pequenos dos televisores de quem acompanha o acontecimento. 
 Este ano o Super Bowl foi mais do mesmo: desporto, espétaculos musicais e anúncios publicitários - além de um apagão elétrico que foi motivo para inundar as redes sociais com piadas e relatos especiais.
 Uma autopromoção em vídeo pode custar às empresas cerca de quatro milhões de dólares por cada 30 segundos. Mas as abordagens e as durações dos anúncios variam de empresa para empresa.
  Esta edição passada, a 47ª, não foi exceção com um grande leque de esforços publicitários onde, passado dois dias do grande evento, é possível fazer um balanço e nomear as marcas cujos esforços de marketing permitiram aumentar a brand equity das mesmas ou então danificá-las.   

 Considerados como esforços publicitários positivos:

 Mercedes-Benz: Em 2011, Mercedes-Benz USA convenceu o seu pai alemão, Grupo Daimler, a fazer algo que até então não teria sido feito: um acordo de naming rights de um evento desportivo nos Estados Unidos. A alemã, segundo o The Times-Picayune, pagou por volta de 50 milhões de dollars em 10 anos para por o seu nome no Superdome em Nova Orleães. Nesta edição do Superbowl a automóvel conseguiu fazer valer mais de metade deste valor. Somente nas duas semanas, que antecederam o grande jogo, a marca conseguiu um montante de 33 milhões de dollars. O jogo, por si só, fez render 26 milhões de dollars.




Nabisco: Quando o grande Superdome viu as suas luzes apagarem-se subitamente, a agência de marketing digital da americana Oreo (360i) publicou o seguinte tweet, dez minutos depois. Esta ação digital revelou-se viral com cerca de 15,000 retwets e mais de 20,000 Likes na plataforma Facebook



SodaStream: A líder mundial em preparação doméstica de bebidas gasificadas é um pequeno peixe no grande mar que é o SuperBowl, em termos de publicidade, mas o seu CEO, Dan Birnbaum, decidiu apostar num spot publicitário de 30 segundos este ano. Esta decisão relevou-se uma mais valia conseguindo trazer à luz do dia um spot que tinha sido banido pela CBS, por atacar agressivamente a grande Coca-Cola e Pepsi co, com 3.8 milhões de visualizações no YouTube. Sem dúvida um exemplo de marketing de guerrilha e marketing à "moda antiga".



PepsiCo: Apesar da SodaStream ter conseguido um lugar de destaque nesta edição do SuperBowl, não há necessidade de ter pena da grande Pepsi. A marca conseguiu um retorno de aproximadamente 7 milhões de dollars como patrocinadora do halftime show, segundo a Front Row. Este valor não incluiu o goodwill conseguido pela Pepsi com os anéis luminosos, fornecidos pela marca, durante a atuação da superdiva Beyoncé. 







Considerados como esforços publicitários negativos:

Go Daddy: O grande anfitrião já é conhecido por fazer grandes e demarcados spots publicitários aliados ao Superbowl, para impulsionar o reconhecimento da marca. A Go Daddy voltou a fazer o mesmo nesta edição, com um spot onde um "nerd gordinho" é considerado o perfect match da sensual Bar Refaeli. Este esforço publicitário da marca foi considerado o pior da noite. Acredita-se que esta tenha sido a intenção da Go Daddy- receber destaque.    


BlackBerry: No primeiro anúncio de sempre da BlackBerry no Super Bowl, a empresa canadiana tentou passar a ideia de que são tantas as novidades no novo BlackBerry 10 OS e no smartphone Z10 que em trinta segundos é mais fácil explicar o que o novo touchscreen não consegue fazer. Uma ideia que meteu a BlackBerry numa das piores presenças no Super Bowl.




Mais exemplos de spots publicitários neste grande acontecimento mundial, no seguinte canal Youtube.

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